
Do pouco que sei.
Agora, vamos à formalidade...

Duda Vianna (27) é atriz e professora de teatro, formada pelo Centro de Formação Artística e Tecnológica (CEFART/FCS) do Palácio das Artes (2015–2018), em Belo Horizonte. Cofundadora do grupo Quartatela, sua prática artística se estende ao audiovisual, à dramaturgia, à direção e à educação.
No cinema e na TV, protagonizou os longas-metragens “Bate e Volta Copacabana” (2026), de Juliana Antunes (Globo Filmes), com estreia prevista para este ano; “Espelho Cigano”, de João Borges, contemplado com o prêmio de melhor direção no Festival do Rio 2025; e “Luna” (2019), de Cris Azzi. Filme de estreia da atriz, “Luna” lhe rendeu fartos elogios da crítica e da imprensa, além de uma premiação no Festival do Rio 2018, após circular por importantes festivais nacionais e internacionais, como o Festival de Brasília e o Festival Internacional de Cinema de Cartagena, na Colômbia, ambos no mesmo ano.
Atuou ainda nos longas “A Professora de Francês” (2027), de Ricardo Alves Jr., em pós-produção; “Bom Retorno” (2026), de Breno Alvarenga, também em pós-produção; “O Último Episódio” (2025), de Maurílio Martins, da Filmes de Plástico; “Saideira” (2024), de Pedro Arantes e Júlio Taubkin, da Glaz Entretenimento; e “Zé” (2023), de Rafael Conde. Esteve também no elenco principal do telefilme “Comadres” (2022) - TV Globo; e das séries “Colapso” (2026), de Hermano Taranto, e “Sou Amor” (2018), de André Amparo e Cris Azzi. A série “Sou Amor” foi contemplada com o prêmio de melhor atuação no 33º Festival Cine Ceará (2023) e exibida também no Oslo Film Fusion, na Noruega, circulando atualmente em formato de longa-metragem.
Protagonizou os curtas-metragens “Beijos de Peixe” (2025), de Ana Regis, e “Lençol Branco” (2021), de Rebecca Morenno. Também integrou o elenco principal do curta “Urdido” (2021), de Samuel Quintero. Os três trabalhos foram exibidos em festivais nacionais e internacionais entre 2021 e 2025. Foi ainda locutora da série “O Mundo da Gente” (2017), exibida pela TV Cultura e disponível no Globoplay, além de participar de diversas produções publicitárias.
No teatro, estreou seu solo autoral “Sonhos: Manifesto” (2023), inspirado no livro “O Oráculo da Noite”, do neurocientista Sidarta Ribeiro. Ainda em 2023, protagonizou o espetáculo “Viva Ópera”, sob direção cênica de Pablo Maritano e direção musical de Lígia Amadio. Em 2022, trouxe à cena “Como Se Fosse a Casa”, solo da atriz e professora Ana Hadad, no qual assina a direção e a dramaturgia. Em 2021, apresentou a cena “Levante”, com direção de Rafael Batista, no 20º Festival de Cenas Curtas do Galpão, onde foi premiada em todas as categorias pelos júris técnico e popular.
Atuou também nas peças “Eclipse Solar” (2018), com direção do cineasta Ricardo Alves Jr.; “Há Algo de Podre no Reino da Dinamarca” (2018), com direção de Rogério Araújo, do Grupo Armatrux, e dramaturgia de Vinícius de Souza; e “Desarranjo” (2014), com direção de Leonardo Fernandes. Em 2022, foi uma das autoras convidadas da edição comemorativa de 10 anos do festival Janela de Dramaturgia, mostra pioneira de dramaturgia contemporânea de Belo Horizonte e do Brasil, onde leu seu texto inédito “Distância Entre Dois Pontos: Ensaio Sobre o Morar”, inspirado na obra da poeta Ana Martins Marques.
No campo educacional, coordena e ministra aulas pelo MAPA – Meios Artísticos para a Aprendizagem, projeto autoral de arte-educação voltado à educação básica e às escolas de arte. Nascida e criada na região metropolitana de Belo Horizonte, Duda iniciou sua formação artística aos 13 anos, em sua cidade natal. Encantada pelo encontro com o teatro, começou a ensinar ainda no ensino médio, oferecendo oficinas para alunos da Escola Estadual Machado de Assis, onde também estudava. Desde então, sua prática educativa segue como parte central de sua trajetória. Atualmente, é também professora regular de teatro no Colégio Bernoulli.

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